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Ministério de Louvor - parte II
MINISTÉRIO DE LOUVOR (Continuação...)
III – PRÁTICA ATUAL:
a) Quanto às Igrejas:
1) Prática denominacional:
1.1) Preparo Teológico: Algumas denominações brasileiras oferecem e exigem dos Ministros de Louvor, o curso de Bacharelado em Teologia. Nesse caso, os Ministros trabalham lado a lado com o Pastor da Igreja.
1.2) Preparo Musical: Nos Seminários e Faculdades Teológicas já possui a matéria específica;
1.3) Engajamento ministerial: Em alguns casos, o Ministro de Louvor trabalha em regime de dedicação exclusiva.
2) Prática específicas:
2.1) Preparo Musical: A própria Igreja fornece um curso básico, capacitando o candidato ao serviço ministerial a que se propõe realizar.
2.2) Preparo ministerial: São separados solenemente, após assumirem alguns compromissos.
b) Quanto aos encarregados do louvor:
1) Porque fazem? O que motiva uma pessoa a integrar o Ministério de Louvor de uma Igreja? Quais os benefícios ou prejuízos? Alguém pode interessar por um grupo de louvor apenas para integrar o grupo, sem nenhuma chamada específica. Nesse caso, o trabalho se torna um peso e não um prazer. Quando, porém,a motivação é espiritual, o integrante do grupo anseia pela chegada do momento do ensaio ou da participação no culto. Tudo se torna atraente e agradável. Ao decidir participar do Ministério de Louvor, o cristão deve levar em conta que há benefícios e prejuízos. O benefício acontece pelo prazer de louvar e conduzir a Igreja a um estado de adoração ao Senhor. Não há nada mais gratificante que a manifestação espiritual da Igreja quando louvamos e adoramos ao Senhor com nossas habilidades. É realmente muito gratificante. Quanto aos prejuízos, podemos destacar: As inevitáveis criticas. Elas surgirão mais cedo ou mais tarde, veladas ou abertamente e, na maioria das vezes por intermédio de alguém que você jamais espera.
2) Como fazem? Muitos integrantes da área de música na Igreja não valorizam a vida cristã antes da vida “artística”. Comportam-se mal nos cultos e só permanecem na Igreja enquanto estão tocando ou cantando. Findo “sua missão”, vão conversar no pátio da Igreja e, alguns, saem para tocar em outras Igrejas. Há casos de pessoas de meu círculo de amizades, que chegava à marcar de três Igrejas por dia no mesmo horário de culto. Afinal, você é um adorador ou um tocador? Não estou dizendo que isso não possa acontecer em casos especiais. A exceção pode ser considerada mas, a regra, não.
3) Muitos não valorizam sua função. Acham que podem realizar o seu trabalho quando sobrar tempo. Não se preocupam com pontualidade e assiduidade. Estão envolvidos, mas não comprometidos.
OBS: O sanduíche de presunto e queijo. Segundo James. Hunter, quando comemos um sanduíche de presunto com queijo, podemos verificar que a vaca se envolveu com o nosso lanche, enquanto que o porco se comprometeu com ele. A vaca forneceu o leite para fabricar o queijo e continuou pastando tranquilamente, enquanto o porco teve que dar a vida para fornecer o presunto. A vaca envolveu-se. O porco comprometeu-se. Quem se dedica a louvar ao Senhor, deve fazê-lo como um Ministério (comprometimento), e não como um passatempo (envolvimento).
4) A responsabilidade da Igreja: Para obtermos um resultado satisfatório nos Ministério de Louvor, não podemos ignorar a importância da participação da Igreja
* Os crentes mais experientes: Alguns crentes mais antigos comportam-se de maneira inadequada nos cultos, incentivando os mais jovens a seguir o seu exemplo:
* Obreiros: Quando se faz uma reclamação do púlpito, normalmente é dirigida aos “adolescentes”, aos “músicos”, às “crianças”, etc., quando muitas vezes não são eles os únicos responsáveis.
* Familia e Pastores: É necessário maior participação da família, principalmente quando o integrante do Ministério é jovem ou adolescente. O acompanhamento da família quer incentivando, fornecendo condições para o desenvolvimento da atividade ou acompanhando em suas atividades, tem um peso significativo no desenvolvimento do trabalho. Quanto aos pastores, não podemos nos esquecer que a palavra do líder das crianças, adolescentes e jovens, do Regente da Orquestra ou da Equipe de Louvor, deve ter um grande peso mas, não se compara com a palavra do Pastor da Igreja. Quando o líder transmite o pensamento que o Pastor já tornou conhecido na Igreja, que os pais já reforçaram em casa, tudo fica mais fácil para os líderes dos diversos grupos da Igreja.
c)Engajar: Essa palavra é de origem francesa e significa aliciar para serviço pessoal. Embora deixe uma dúvida quanto a quem aliciar, parece que quando afirmamos que estamos engajado, referimo-nos a nós mesmos em relação ao que estamos realizando. Se você está engajado, comprometido, realize tudo que te vier às mãos para fazer com dedicação e responsabilidade (Ec. 9.10). Sabendo que Deus exige santificação, separação e consagração para o serviço sagrado.
d)Os recursos atuais: Hoje, temos condições de, tecnicamente, realizar um trabalho muito mais eficiente que os músicos da época de Davi. No entanto, parece que depositamos muita confiança em nossa capacidade e nos recursos tecnológicos á nossa disposição, e nos esquecemos da necessária atuação do Espírito Santo em nossas vidas.
CONCLUSÃO:
Temos uma grande oportunidade de servir ao senhor com nossas habilidades.
Infelizmente, muito cristãos que receberam de Deus condições para desenvolver um importante Ministério na Obra do Senhor, estão de braços cruzados. Acomodaram-se. Enquanto os corais que ainda teimam em existir louvam ao Senhor, muitos ex-coristas estão parados no templo. Músicos que levaram tempo se preparando para servirem ao Senhor, penduram seus instrumentos nos salgueiros às margens dos rios de Babilônia, enterrando seu talento (Mt. 25. 18). Cuidado! Deus vai requerer o que Ele te deu para granjear almas para o Seu Reino (Mt. 25. 26-30). Se você recebeu o talento, coloque-o ao serviço do Rei.
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